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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O coordenador pedagógico dentro das instituições de ensino.



Sabe-se que esse sujeito tem o principal papel de organizar e mediar as tarefas da escola em um todo. Sendo assim, enfrenta desafios de construir um novo perfil profissional.
O coordenador deve ter um olhar crítico para poder perceber o espaço e suas relações entre professores, alunos e instituição, visando as necessidades enfrentadas pelos professores no que diz respeito ao planejamento escolar para que possa contribuir de forma significativa para a qualidade do ensino.

Sugestão de leitura:
O PAPEL DO COORDENADOR PEDAGÓGICONO COTIDIANO ESCOLAR

Manoela e Jaqueline


O papel do diretor na instituição escolar


diretor é o gestor escolar por excelência, aquele que lidera, gerencia e articula o trabalho de professores e funcionários em função de uma meta: a aprendizagem de todos os alunos. É ele quem responde legal e judicialmente pela escola e pedagogicamente por seus resultados - essa última atribuição, a mais importante, é às vezes esquecida. 
Para que o trabalho do diretor seja feita de forma eficiente é preciso da colaboraçao dos coordenadores e supervisores, uma vez que cada um desempenha um papel diferenciado e importante, agregando conhecimentos  e desenvolvendo uma gestão escolar eficaz.
O foco do trio gestor tem sido a formação: o supervisor cuida dos coordenadores e diretores, que, por sua vez, formam os professores (veja infográfico abaixo). O diretor pode - e deve -- participar dos horários de trabalho pedagógico coletivo (HTPC), mas seu principal papel é garantir que a formação ocorra, reservando espaços e horários e providenciando materiais. O coordenador é o responsável pelas ações pedagógicas e tem a função de relatá-las ao diretor, explicando as que deram bons resultados e indicando o que precisa ser melhorado. Os resultados são discutidos e levados ao supervisor, que ajuda a pensar estratégias para superar os problemas.
É preciso ressaltar que muitas redes ainda não têm uma estrutura que permita a integração do trio gestor. Noutras, mesmo com a existência das funções, não há uma cultura de colaboração. "Muitas vezes, existe um embate entre os profissionais e o trabalho simplesmente não sai: o diretor acha que o supervisor não sabe o que ocorre dentro da escola e rejeita orientação, mas, ao mesmo tempo, demanda providências da Secretaria para fazer uma boa gestão", conta Helenice Maria Sbrogio Muramoto, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e doutora pela Universidade de São Paulo com a tese Ressignificando a Supervisão Escolar

Sugestões de leitura:
http://unifia.edu.br/revista_eletronica/revistas/gestao_foco/artigos/ano2013/setembro/descent.pdf

ALUNAS:
Aline, Bianca,Carine, Danielle e Francielle


O papel do diretor na escola


Um bom diretor escolar pode mudar o rumo da aprendizagem dos alunos da escola que dirige. No entanto, os caminhos para se tornar um gestor escolar no Brasil ainda são pouco qualificados. Poucos também são os alunos, os pais e os funcionários que sabem de que maneira o diretor da escola da sua comunidade foi escolhido. O modelo ideal para promover esses cargos é a combinação entre o processo seletivo e eleições. Portanto, para que isso ocorra, é necessário que além de administrar, cuidar de orçamentos da escola, calendários, quem dirige a escola precisa ter uma postura de educador e exercer a capacidade de administrar e desenvolver suas funções com coerência. Segundo a LDB, a gestão tem suas peculiaridades e princípios como: participação do corpo profissional na elaboração do PPP, participação da comunidade entre outros aspectos que são de responsabilidades do diretor ao colocar em pauta todos esses requisitos postos pela lei. 

Elle dos Santos Oliveira
Isabel Maria dos Santos
Maria Joézila Santos Dórea 
Tânia Santos 


Funções e Objetivos do Coordenador no ambiente escolar.

Coordenador Pedagógico
        Segundo o dicionário a palavra coordenar significa 一 Dispor segundo certa ordem e método; organizar, arranjar e ligar. O coordenador faz uma ligação entre a escola e comunidade, também faz uma mediação entre todos os participantes da escola (Diretor, professor, aluno, funcionários, etc.). Tem por objetivo refletir sobre o papel do pedagogo na função de coordenador pedagógico frente aos desafios escolares, bem como as direções que este profissional poderá tomar para trabalhar em parceria com os demais professores, educadores, gestores e alunos. Sua função é acompanhar os docentes em seu trabalho pedagógico motivando-os, auxiliando-os e estimulando-os a procurar fontes de (in)formação, refletindo sobre sua prática pedagógicas. 

Sugestão de leitura.
O COORDENADOR PEDAGÓGICO FRENTE AOS DESAFIOS ESCOLARES 


Alunos: Maria Lucielma, Ronne Santos, Tainara Ribeiro.


O supervisor e sua importância


O cargo de supervisor escolar  tem como atribuição garantir que a escola cumpra com a sua função social de socialização e construção do conhecimento. Assegurando, assim que a escola não se desvie de seu objetivo, proporcionando a qualidade na escola, para que se desenvolva uma ação pedagógica coerente com a concepção da formação de alunos críticos, cumprindo com seus deveres e usufruindo de seus direitos.
Rangel (1997, p. 147) contribui definindo que o “‘Supervisor’ o que procura a “visão sobre”, no interesse da função coordenadora e articuladora de ações é também quem estimula oportunidades de discussão coletiva, crítica e contextualizada do trabalho”.
A função do supervisor escolar está centrada na ação pedagógica, processos
de ensino e aprendizagem. Entendemos que o papel do supervisor escolar é
muito importante, junto ao corpo docente e discente e toda equipe técnica
escolar; não apenas um solucionador de problemas, mas também que o
mesmo desenvolva trabalhos relacionados à prevenção da indisciplina na
escola. Visto que a indisciplina está relacionada não apenas a um problema
único, mas que muitas vezes acaba envolvendo aspectos relacionados à
família, situações sociais, escola, comunidade, entre outros; cabe ao supervisor
possibilitar métodos que auxiliem na ação/reflexão das práticas pedagógicas.
Portanto a indisciplina escolar ainda tem sido um desafio que precisa ser
superado, não sendo considerado um fenômeno estático e sim complexo, com
isso suas expressões tem se mostrado crescente nas últimas décadas.
Algumas atribuições e sugestões para a ação do supervisor escolar: Socializar
o saber docente (troca de experiências); Discutir permanentemente o
aproveitamento escolar e a prática docente; Assessorar individualmente e
coletivamente o corpo docente no trabalho pedagógico interdisciplinar;
Coordenar e participar dos conselhos de classe.

Links para leitura complementar:
http://centraldeinteligenciaacademica.blogspot.com.br/2014/10/atribuicao-
funcao-e- papel-do-supervisor.html



Amanda Oliveira
Erica de Oliveira
Josefa Larissa 
Maria Jaqueline
Orlaneide Batista


Supervisor escolar : um papel mais que importante


Artigo: O Papel do Supervisor Escolar

clique na  imagem ou aqui para abrir o artigo completo
   
    Atualmente estamos passando por mudanças em nosso cotidiano que por muitas vezes não sabemos como conduzir, essas mudanças vem ocorrendo em maneiras tão proporcionais que vem interferindo em todos os ambientes pelo qual circulamos. Em termos de escola, por exemplo, esta vem enfrentando dificuldades de ordem social e econômica, sejam elas públicas ou privadas, o que se reflete diretamente no desenvolvimento do trabalho pedagógico desenvolvido. Cabendo ao Supervisor escolar se responsabilizando por fatores que ele deve interferir e intervir para um melhor resultado nas avaliações escolares com a finalidade de contribuir efetivamente com a qualificação do trabalho docente passando a se encontrar em novos desafios e com o objetivo de formar-se para poder formar, servir para poder liderar, agir para poder transformar. 


alunos 
 Iagor souza e Maria Fabiana 




sábado, 17 de junho de 2017

A Lua

Por Iagor Souza


     A Lua, curta metragem cativante criado pelas mentes brilhantes da Pixar e dirigida por Enrico Casarosa, foi lançada nos cinemas juntamente com valente. Com as vozes de Krista Sheffler, como o garoto, Tony Fucile como o pai e Phil Sheridan como o avô, o projeto foi um sucesso e concorreu ao Oscar e Anny Awards no ano de 2012. 

    Conta a história de um menino que ajuda dois homens em um trabalho bastante peculiar, dentro de um barquinho de madeira, eles vão mar a dentro e esperam a lua chegar. Sobem até ela por uma escada e começam a varrer as estrelas que caem por lá.
     
     O curta é simples e encantador demostrando um trabalho que é passado de geração em geração e o conflito entre duas gerações de como passar seus conhecimentos para o jovem garoto, ao final o garoto e quem da uma lição para os dois adultos.
     esse curta traz uma massagem sobre a passagem de conhecimento de uma geração para a outra e sobre o trabalho em grupo.
    

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Asas do conhecimento voando longe

"Eu sou importante para Deus da mesma maneira que são as borboletas"
frase do aluno no trabalho de arte

A Oficina "Asas do Conhecimento" foi além das minhas expectativas. As asas do conhecimento alçaram vôos que foram além das dependências das Fises. Minhas alunas Kátia Cilene, Luzemilca e Diana gostaram tanto do resultado que resolveram aplicar com seus alunos.

Logo que a exposição foi constituída pude observar os olhares contemplativos das pessoas que passavam e paravam para ler as mensagens que foram escritas. Para minha surpresa, uma semana depois do material exposto, ele ainda estava lá, intacto, e olhe que durante o dia no prédio funciona uma escola para crianças.

Mas certamente a melhor surpresa dessa oficina está sendo o rompimento das barreiras da instituição. Kátia Cilene aplicou lindamente os procedimentos de composição dos móbiles com seus alunos e me emocionou ao afirmar que um dos alunos, portador de necessidades especiais, participou efetivamente de todos os procedimentos e no final foi aplaudido de pé pelos colegas. Nossa, só de imaginar a satisfação desse menino sendo aplaudido fico emocionado. "Eu sou importante para Deus da mesma maneira que são as borboletas" afirmou o aluno especial na mensagem que eles escreveram no móbile.

Sempre tive e tenho muitas dúvidas em minha vida, a única certeza além da morte é o meu amor pelas artes, sejam elas visuais, sonoras, sensoriais... e ver essa arte tão presente em mim e construída a muitas mãos, motivando e valorizando a autoestima de outras pessoas de alguma forma, também me faz sentir bem...

Ainda não tenho os registros de Luzemilca e Diana, mas as fotos feitas por Kátia Cilene são de encher o coração de orgulho e amor.














A danada não aquietou quando chegou em casa e preparou outro móbile com o sobrinho.




sexta-feira, 6 de março de 2015

Pintura em Tecido, a arte de Valdelice Alves

A artista e a obra
 Valdelice Alves é uma artista da cidade de Tobias Barreto, minha aluna no curso de Pedagogia das Fise. Ela faz pintura em tecido e aplica esse talento na confecção de conjuntos de cozinha contendo panos de pratos, capas de utensílios e passadeiras.

Quem quiser encomendar esses e outros lindos trabalhos pode entrar em contato através do Facebook, no Perfil de Valdelice.








sábado, 28 de fevereiro de 2015

Desenhos muito especiais - surpresas de alunos depois da aula

Carinho de aluno é mesmo renovador. Essa semana ao final da aula no 6º ano fundamental, fui surpreendido com com esses desenhos lindos feitos por dois alunos. O cavalo-marinho foi desenhado por Kauã, ele afirma que gosta de desenhar e acha o desenho bonito. Já André Vinícius, me presenteou com uma caricatura que vou guardar com muito orgulho.
Cavalo-marinho feito por Kauã

Caricatura de André Vinícius


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Concluindo o Ano Letivo de 2013

Galerinha do 7° Ano D

Final de ano letivo, e mais uma vez a sensação plena de dever cumprido. Foram grandes mudanças, novos e antigos desafios que me fizeram crescer profissionalmente. Retomar as aulas e voltar às pesquisas e desenvolvimento de material didático foi muito bom para a minha prática como professor. Outro ponto gratificante é constatar a satisfação e envolvimento da maioria dos alunos com as aulas de Robótica, esse é o maior atestado da qualidade do meu trabalho.  Sinto-me feliz com a conclusão desse ciclo e como não tenho férias de final de ano já engatarei os preparativos para 2014, agora com as turmas dos 6° ao 9°ano. Que venha 2014 com suas surpresas e desafios.

Giovanna Almeida - 7°D

“A ideia de montar um dispositivo é uma novidade pra mim, por isso gostei muito da Robótica esse ano”, firma Ana Júlia aluna do 7°D. Já Giovanna Almeida afirma, “adorei o conteúdo de Robótica esse ano, as montagens tinham tudo a ver com o assunto de sala de aula”, ela é muito disciplinada e já demonstra interesse em ser uma Engenheira Mecatrônica.



Letícia Vitória e Anna Júlia - 7° D

Letícia Vitória diz o seguinte, “as disciplinas Informática e Robótica são as que eu mais me identifico, gosto muito de mexer no computador e montar os robôs, também gosto muito de fazer a programação e ver como robô vai reagir com os comandos que eu configuro. Comprei um livro de jogos de lógica e já estou me preparando para participar da OBI em 2014”. 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Flocos de neve no nordeste

Certa vez, estava dobrando e recortando papel, relembrando uma velha brincadeira da infância. Uma aluna, então matriculada no terceiro ano, viu o resultado e assimilou como sendo um floco de neve. Depois de um ano, ela não esqueceu do tal floco de neve e lembrou-me que eu havia prometido ensinar como fazer. Pois bem, paguei minha dívida e ela ainda me trouxe o resultado toda satisfeita. Obrigado Caroline Gouveia do 4°A, são momentos como esse que tornam tão especial minha profissão.





quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Centro de gravidade - experimentos dos 8°s Anos

Os alunos do 8°B estão dando um show de criatividade, Iracema montou um móbile usando palitos, cordão, cartolina e emborrachado. “Foi difícil encontrar o centro de gravidade, mas com a ajuda da minha mãe consegui montar o móbile”, afirma Iracema. 





Já André Luiz, também do 8°B, esbanjou criatividade e bom humor na produção de um vídeo muito divertido onde mostra o passo a passo da experiência dele. “Minha mãe ajudou na gravação, depois preparei um roteiro e selecionei a trilha sonora, coloquei até o nome do meu cachorro nos créditos”, afirma André Luiz. Ele pesquisou na Internet outras experiências e usou clipes como contrapeso.



Felipe do 8°A seguiu os passos sugeridos para a experiência sobre o centro de gravidade e com ajuda da sua mãe Eulina Oliveira, preparou um vídeo super bacana. Ele afirma que "foi legal ter a ajuda da minha mãe, ...foram muitas tentativas, mas no final deu certo".



Isac, também do 8°, usou garfo, colher, algodão, fósforo e álcool.  Ele afirma que "foi importante  a ajuda da minha mãe, ela demostrou a experiência e somente depois eu fiz, ante disso errou muitas vezes". Isac e Karla estão de parabéns pelo envolvimento nesse aprendizado prático.



Victória Mirella, do 8°C, usou conceitos de Desenho Geométrico para encontrar o centro da figura. ela afirma que "foi interessante descobrir que os objetos têm um ponto de equilíbrio.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Fototropismo - aprendizado prático

Para os nossos alunos, o aprendizado continua fora do Laboratório de Robótica. Durante as aulas sobre o fototropismo sugerimos que fizessem a experiência para comprovar o crescimento do caule das plantas em função da direção da luz.

Yan Prata, do 7° Ano C, contou com a ajuda da mãe Rosane para preparar a experiência, “foi legal e interessante descobrir que a planta é capaz de fazer esse movimento”, afirma Yan ao constatar o resultado da experiência de Fototropismo.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Teatrando pela primeira vez



Sou Artesão e Designer Gráfico, ainda não consigo afirmar-me como Artista, acho pretensioso demais. É comum nessas vertentes citadas, o angustiante branco criativo, o papel branco, o bloco branco de mármore, a tela em branco...

O fato é que nesses momentos de branco, de falta inspiração ou criatividade, eu sempre deixo o que estou fazendo de lado e direciono meu foco para outra coisa. Magicamente, meu subconsciente traz à tona a solução. Às vezes, a magia é tão grande que ao invés de uma, o danado, oferece-me possibilidades de solução.

Então, resolvi buscar uma solução para organizar minha vida, fazendo algo totalmente inusitado. Quem me conhece sabe da minha dificuldade em falar em público, de me expor, ou até mesmo de interagir com várias pessoas. Foi assim que busquei uma oficina de Teatro.

No início a euforia do desconhecido, como seriam as aulas, como seriam as pessoas, tudo era estranhamente fascinante. No decorrer dos encontros o fascínio foi aumentando, assim como o meu envolvimento nos exercícios. Foram momentos marcantes, dois meses de encontros com exercícios, ensaios em muita conversa com “gente jovem reunida”.

Hoje, é o grande dia da estreia, o grupo com mais de 120 participantes conta com a direção de Jorge Lins. O espetáculo apresentado ao público sergipano é “A Chegada de Lampião no Inferno”, no teatro Tobias Barreto, aqui em Aracaju, com casa cheia.

E ainda tem os encontros e reencontros surpreendentes. Meus alunos, ex-alunos e até os pais deles, todos envolvidos nessa grande diversão, ao menos para mim está sendo uma grande diversão.

O fato é que estou “tomando gosto” pela arte cênica e estou conseguindo compreender melhor os acontecimentos em meu B612. Todo esse processo está sendo muito importante. Só tenho a agradecer aos deuses do teatro por tantas boas mudanças em minha vida. Posso afirmar que minha história agora está dividida e que a partir de hoje a minha percepção do mundo, sobre o mundo e para o mundo está modificada.

Que venha a estreia!!!!!....

sexta-feira, 22 de março de 2013

Kira - Igor Prado Reis

Esse desenho é do meu aluno Igor Prado Reis, ele tem 12 anos e está estudando o 7° ano C do ensino fundamental. Desenha desde os 4 anos, tem habilidade para desenhar olhando outras imagens e também criar outras tantas. Adora desenha mangá!!!

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