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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Asas de papel - Formação Acadêmica: um sonho que está acontecendo...


Desde moleque me divirto com papel, desenhando, cortando, colando, colorindo, modelando...
Esses dias, recebi meu certificado de Especialista em Inovações em Práticas Pedagógicas do curso de Pós-Graduação Lato Sensu da Faculdade Amadeus. No artigo de conclusão apresentei um relato de experiência, abordando as oficinas de reciclagem com papel jornal. Foi então que me dei conta que a brincadeira de menino tinha virado coisa séria. Me emocionei lembrando alguns acontecimentos da minha história e percebi o quanto o trabalho manual contribuiu positivamente seja no (re)organização mental ou na geração de renda. Lembrei-me de um recorte que fazia enquanto minha idade possuía apenas um dígito, era um formato de pássaro. Instantaneamente meu juízo recordou os testes que fiz para conceber esse pássaro, o quanto eduquei meu punho de criança para ter coordenação motora suficiente para fazer os recortes com maior precisão possível e principalmente, lembrei de como eu brincava com aqueles pássaros que eu soltava no ar e caiam fazendo movimentos circulares... Logo catei uma retalho de sulfite e repeti minha brincadeira pueril... ficou igualzinho e voou do mesmo jeito de antes.
Percebi que as asas que construí educando meu punho, testando possibilidades e principalmente brincando, me apresentaram vários caminhos nessas quase 4 décadas de vida. "RELATO DE EXPERIÊNCIA: oficina de arte com jornal no desenvolvimento do trabalho em equipe" representa mais um obstáculo transposto, um voo que começou na minha infância e certamente me acompanhará por toda a vida.
Sou imensamente grato a Deus, por me conceder a dádiva de perceber no papel  tantas possibilidades e caminhos, e agradeço também, às criaturas que achavam que me castigavam quando me mandavam ficar quieto brincando com papel.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Pós-graduação, concluindo módulo “Inclusão Escolar e Inovação”

Wecsley Oliveira e Professora Néclea Dantas

No segundo semestre de 2012 iniciei o curso de pós-graduação na FAMA. A cada módulo uma novidade sempre com muito aprendizado. Entretanto, o fato de não ter a formação acadêmica em Educação gerou em mim um pequeno incômodo, perceber as diferenças e similaridades entre a linguagem dos pedagogos e dos designers está sendo muito desafiador. Não só a linguagem como também a forma de planejar e perceber o mundo em volta.

Mesmo tendo aprendizado, ficava a sensação de não está assimilando como a maioria dos colegas. Então, quando eu já estava preparando o juízo para mais uma maratona de esforço em compreender o conteúdo apresentado, vem Profª. Néclea falando um idioma muito familiar, a linguagem da arte. A oficina “Entre ações e realizações, o que está em minhas mãos?” foi o ponto crucial, me fez analisar minhas práticas e também meu comportamento. Compreendi que devo fazer a minha parte independente do reconhecimento dos superiores da escola, é o meu dever enquanto educador. Avaliei também o meu envolvimento no processo da oficina, primeiro observando, sentando afastado e um tanto arisco, e depois bem concentrado e tranquilo enquanto transformava com significados e tintas um velho CD.

Aprendi que a Inclusão, por enquanto, tem sido aplicada como um mero faz de contas. Na verdade, o que é praticado é a integração do aluno. Ainda falta muito para haver a inclusão, desde a preparação dos professores à conscientização das mudanças necessárias por parte dos dirigentes das escolas. A inclusão não oferece receita pronta com os procedimentos a serem seguidos, requer mais envolvimento humano, mais sensibilidade em perceber as necessidades dos alunos e supri-las de forma a favorecer o grupo e não somente o portador da necessidade especial.

É um mundo que se abra a cada módulo e que eu estou gostando de transitar, Obrigado professora Néclea pela condução no passeio pela “Inclusão Escolar e Inovação”.










terça-feira, 30 de abril de 2013

Robótica Módulo é sucesso em curso de Pós graduação

No dia 12 de março, foi o encerramento do módulo “Gestão da Inovação e Educação” do curso de Pós-graduação “Inovações em Práticas Pedagógicas” que eu (Wecsley Oliveira) e Danielle Souza estamos fazendo.

O módulo foi ministrado pelo Professor Fábio Azevedo que ficou “encantado e entusiasmado com tudo que foi preparado pelos alunos para a aula de enceramento”. Ele dividiu a turma em pequenos grupos e solicitou resultados inovadores para problemas percebidos na sala de aula. Então, nós da Equipe de Educação Tecnológica do Colégio Módulo, decidimos explorar nossas práticas durante a conclusão do módulo.

Mostramos como acontecem as aulas de Robótica, bem como, a metodologia LegoZoom. Evidenciamos o trabalho em equipe e o método baseado na contextualização, construção, análise e continuação. Promovemos a simulação de uma aula onde voluntários da própria turma de “Inovações” puderam testar o Kit Educacional Lego, alterando a configuração do bloco de programação MOTOR para melhorar a compreensão sobre a “regra de três simples” (assunto de matemática).

Nossa equipe estava composta por Fabiane Dantas, Josephine Esan, Mônica Mendes, Viviane Vasconcelos e Wecsley Oliveira (EU-me). Foi um momento muito gratificante onde pudemos avaliar através das reações e comentários dos colegas ao descobrirem algumas das possibilidades de promover a educação e o conhecimento através da tecnologia robótica Lego. Para nós, ficou a satisfação do nosso empenho em sempre fazer o melhor a favor da educação e formação dos nossos alunos.

Obrigado Professor Fábio Azevedo, por promover tamanha inquietação em nossas mentes. Espero que isso sirva de incentivo a mudança para todos nós professores.

Danielle Souza, Fábio Azevedo e Wecsley Oliveira.










O trabalho em equipe através da exploração do kit de robótica educacional.





1.      Definição do problema
O avanço das tecnologias de Informação e comunicação é evidente, podemos constatar esse acontecimento na presença dessas tecnologias em ações corriqueiras do nosso cotidiano como fazer compras, assistir filme no cinema ou simplesmente se comunicar com outra pessoa. O excesso de informação ao qual somos expostos é tamanho que alguns conteúdos passam despercebidos. Entretanto, as crianças atuais, imersas nessa realidade tecnológica e comunicacional, são capazes de desenvolver várias atividades ao mesmo tempo. É comum vermos uma criança estudando e ao mesmo tempo ouvindo música, assistindo TV ou respondendo aos colegas nos comunicadores instantâneos. Todavia, esse comportamento acaba por desenvolver o individualismo e as falhas na comunicação interpessoal, condições contrárias ao indivíduo apto a viver em sociedade e capacitado ao ingresso no mercado de trabalho. Diante desse contexto, o uso das novas tecnologias como recurso auxiliar de aprendizado torna-se um aliado poderoso, posto o interesse nato dessa geração pelos aparatos eletrônicos. Cabe ao professor, desenvolver métodos que evidenciem o trabalho em grupo de forma contextualizada com a realidade e enfatizada pela experimentação.

2.      Definição do Público-alvo
Alunos dos 7ºs anos da rede particular de ensino, na qual a escola possua em seu currículo o projeto de robótica educacional.

3.      Recursos
·        Laboratório de informática - computador
·        Kit de robótica educacional com software para programação
·        Projetor conectado ao computador do professor (ou TV de grande porte)
·        Exercício impresso
·        Trena métrica

4.      Metodologia/estratégia
A metodologia deve ser baseada nos quatro pilares da educação aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e aprender a ser, evidenciando qualidades pessoas pertinentes ao desenvolvimento do trabalho em equipe, tais como: cooperação, colaboração, empatia, persuasão, dentre outras.

As etapas para o desenvolvimento do projeto são contextualização, construção, análise e continuação.
Contextualização: O professor deverá fazer a mediação do conteúdo norteando entre o conteúdo teórico e o prático, relacionando-os aos conceitos tecnológicos do kit educacional de robótica.
Construção: montagem básica proposta pelo professor. Essa montagem, nas etapas seguintes, poderá ser alterada ou incrementada seja na montagem ou na programação para a solução do desafio proposto.
Análise: compreensão do projeto montado, bem como, o seu desempenho.
Continuação: compreende a fase da experimentação com a finalidade de solucionar o problema proposto pelo professor. É nessa fase que acontece a maior parte da acomodação do conhecimento.

O exercício impresso será utilizado para registrar do conteúdo da aula, servindo como feedback do desenvolvimento dos alunos.


5.      Experimentação

Proposta de aula com kit de robótica educacional

Tema da aula: Regra de três simples

Objetivo da aula
Fazer com que o aluno compreenda através da prática como aplicar a regra de três.

Método
·        Contextualizar definindo o que é regra de três (forma de descobrir o valor proporcional de uma variável a partir do valor de outras três).
·        Apresentação multimídia e vídeo sobre a importância do trabalho em equipe.
·        Orientar os alunos para a montagem do protótipo de acordo com o manual.
·        Explicar a programação do dispositivo.
·        Desenvolver o exercício.
·        Apresentação do grupo.


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