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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Composição de mapa mental e estudo das cores nas aulas de "Teoria da Arte-educação" nas Fise

Prof. Wecsley Oliveira

Nessa semana, no curso de Pedagogia das Fise, a aula de “Fundamentos da Arte” foi sobre o arte e conhecimento artístico. No primeiro momento discussões acerca das teorias que envolvem a beleza e a estética da arte na percepção de adultos e crianças, as fases de desenvolvimento cognitivo de acordo com a faixa etária infantil e principalmente o papel do professor de arte-educação. No segundo momento um estudo prático acerca das cores primárias e secundárias.

A estratégia de ensinagem para a aula sobre arte e conhecimento artístico foi o mapa mental. Os alunos do 3º período de Pedagogia A e B escolheram os conceitos e palavras-chave que estavam dispersos no centro da sala e fixaram no quadro branco. A cada tarjeta selecionada, um depoimento, um desvelar de conhecimento compartilhado com o grupo. As conexões traçadas no quadro representavam a assimilação do conhecimento por todos da turma.

No segundo momento, a oficina com estudo das cores trouxe instantes de descontração, interação e vivência. Os alunos utilizaram cores primárias e a partir de misturas, chegaram às cores secundárias. O registro do trabalho ficou na “ficha de produção artística” onde foram exploradas possibilidades de aplicação do conteúdo apresentado, tais como: composição de círculo cromático, analogia à sentença matemática (representação da soma das cores) e legendas.

Confiram os registros fotográficos desses momentos únicos de aprendizado e partilha.























domingo, 1 de fevereiro de 2015

Arte e conhecimento artístico

 Prof. Wecsley Oliveira

fonte da imagem: http://goo.gl/KUtlvC

O ensino e aprendizagem de Arte deve ir além do mero fazer artístico. As atividades e estratégias de ensinagem devem ter como foco principal o desenvolvimento humano e assim contemplarem o aprimoramento da expressividade, criatividade e sensibilidade.

As crianças têm uma percepção sobre a arte diferente dos adultos. Os pequenos desfrutam do prazer e satisfação do fazer artístico sem o medo de errar, uma atividade lúdica onde exploram a criatividade e colocam a arte como recurso de comunicação e expressão. Já adultos, percebem a arte como a expressão do belo, um olhar que enfatiza o caráter estético da arte exposta em museus e galerias.

É importante considerar as fases do desenvolvimento cognitivo das crianças. Por volta dos 2 anos, começam a se expressar através das garatujas que não somente registros no papel, elas podem ser sonoras e corporais, fase em que a criança emite sons como se estivesse cantarolando canções, ou movimenta-se como se estivesse executando uma coreografia. À medida que vai crescendo, outras habilidades vão sendo adquiridas. Entre 4 e 7 anos, a descoberta do significado e nome das coisas. Dos 9 aos 10, a autocrítica e noção de aprovação e reprovação. Por volta dos 12 anos, na adolescência, desenvolvem o senso de realismo estético e a necessidade do convívio em turmas.

Ao professor de Arte cabe a exploração das linguagem artísticas: artes visuais, música, dança e teatro. A experimentação de materiais artísticos contribui para o desenvolvimento da criatividade e deve ser valorizada e incentivada. A mediação dos assuntos pode partir do conhecimento prévio dos alunos, e seguir com a apresentação de possibilidades de aprendizagem significativa.

Ensinar e aprender arte não é somente manipulação de materiais artísticos para aprimorar coordenação motora ou elucidar datas comemorativas. Sobretudo, ensinar e aprender arte é contribuir com a formação de seres humanos mais conscientes acerca do convívio social. 



Mapa Mental criado por plugado.tecnolog com ExamTime

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