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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Como atua o trio gestor

Clique na imagem para saber como três redes de ensino se estruturaram para garantir o perfeito encaixe do trabalho de supervisores, diretores escolares e coordenadores pedagógicos

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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Gestão Educacional - Unidade I

Registros fotográficos dos mapas-mentais e seminário que foram preparados durante a Unidade I da disciplina Gestão Educacional, do curso de Pedagogia, nas FISE. 

Para a composição dos mapas mentais, foi solicitado à turma que se dividissem em quatro grupos. O tema central era Gestão Democrática na Escola. Abaixo, os registros desse momento.





A realização do seminário teve o propósito de contemplar a obra "A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos" de autoria de Cortella, que consta na ementa da disciplina como bibliografia básica. A turma foi dividida em 5(cinco) grupos e cada um ficou com a responsabilidade de estudar e apresentar um capítulo da obra. Os alunos tiveram autonomia para decidir o formato da apresentação, fato que garantiu bons e criativos resultados. Abaixo estão os cliques desse momento.











quarta-feira, 28 de junho de 2017

Indicadores de qualidade de Sites Educativos

Para Ana Amélia Amorim Carvalho (cf. pp. 18-25) existem nove dimensões que devem estar patentes na análise do «website educativo» e que são indicadores da sua qualidade:

1 – Identidade – em que se integra a) o nome do site, b) o propósito ou finalidade do site, c) a autoridade, e d) a data de criação e a última actualização. Segundo a autora, “estes dados devem constar, preferencialmente, na página inicial do site”.

2 – Usabilidade – em que se deve ter presente a) a estrutura do site, b) a navegação e orientação no site, c) a interface. O «website educativo» deve cumprir a facilidade em usar e aprender a usar, para assim se tornar intuitivo para o aluno.

3 – Rapidez de acesso – em que se deve atender também ao facto das hiperligações estarem todas activas, para se facilitar o rápido acesso a alguma informação.

4 – Nível de interactividade – um bom «website educativo» deve motivar, desafiar, envolver os alunos para que se sintam motivados a explorar o site e a aprender com eficácia. Por isso é fundamental a interactividade (com por exemplo: preenchimento de formulários, feedback, ou mesmo colaborar online).

5 – Informação – em que se abarca a) a temática e adequação às orientações curriculares, b) a abordagem feita ao assunto, c) a correcção do texto (escrito ou oral), d) as referências bibliográficas, e) a data e actualidade, f) o autor.

6 – Actividades – no «website educativo» é essencial a presença de actividades para envolverem os alunos na aprendizagem. Face a uma possível desorientação na web, temos as «actividades» que indicam um caminho e que fomentam “aprendizagem individual e colaborativa, incentivando o desenvolvimento de competências e motivando para a procura de informação”. As actividades podem ser: pesquisas orientadas, jogos, ou exercícios com correcção automática.

7 – Edição colaborativa online – em que os alunos (e professores) colaboram na realização de um mesmo trabalho ou projecto.

8 – Espaço de partilha – em que se disponibiliza os trabalhos realizados por alunos e professores. Pode ser muito estimulante para os alunos, uma vez que se esmeram na realização de um bom trabalho para partilharem com a comunidade.

9 – Comunicação – em que o «website educativo» seja um espaço em que os alunos, professores e encarregados de educação possam intervir. Pode ser importante para tirar dúvidas ou abrir um espaço de discussão de um tema. Pode-se utilizar o correio electrónico, fórum, chat, etc.


Referência bibliográfica:
Carvalho, A. A. (2005). Indicadores de Qualidade de Sites Educativos. Cadernos SACAUSEF – Sistema de Avaliação, Certificação e Apoio à Utilização de Software para a Educação e a Formação: Avaliação de locais virtuais de conteúdos educativos, Número 2, Ministério da Educação, 55-78. http://hdl.handle.net/1822/5922


Outro link: 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Educação a Distância: paradoxos, paradigmas e teorias educativas.

Fonte da imagem: https://goo.gl/0nI2IB

O advento da tecnologia trouxe à tona a era da informação. Através dos modernos aparelhos de comunicação e a conexão à rede mundial de computadores, todo e qualquer usuário tem a possibilidade de acessar informações dos mais diversos assuntos. Tal aspecto caracteriza o perfil democrático dessa "era da informação", contudo, no âmbito escolar, por conta de fatores como a capacitação docente e políticas de incentivo ao uso da tecnologia em sala, se revela um paradoxo que remete a uma repetição do tradicionalismo travestido de moderno, onde as práticas educativas se apropriam de recursos tecnológicos sem a preocupação de oferecer aos alunos aspectos como autonomia e coletivismos. A configuração de um novo espaço que evidencie a cibercultura em conflito com a escolarização formal reforça a quebra dos paradigmas vigentes, contribuindo para a construção de ações educativas emancipadores, que promovam a transforação social, numa perspectiva libertadora e participativa.

De acordo com os debates promovidos em sala de aula e seus estudos acerca da tecnologia na educação, discorra sobre "Educação a Distância: paradoxos, paradigmas e teorias educativas".

Sugestão de leitura:
SABBATINI. Fronteiras teórico-pedagógicas da educação a distância (EaD): entre paradoxos, paradigmas e novas teorias educativas. disponível em: https://goo.gl/zDE4Gn Acessado em: 14 de junho de 2017

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Professor Também Precisa ser Plugado

Por Luciana Allan
Fonte: http://exame.abril.com.br/blog/crescer-em-rede/professor-tambem-precisa-ser-plugado/

fonte: http://tecnologia.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/debate-tecnologia-e-educacao-3/Tecnologia-e-Educa%C3%A7%C3%A3o-5.jpg
Alunos dos curso de Pedagogia da FISE
 

O latim professore quer dizer pessoa que professa, que declara, que manifesta algum saber. Já aluno tem procedência no verbo latino alere, referente a alimentar, nutrir, sustentar; ele é um ‘afilhado’ do professor.

Com a incessante adoção nas escolas de arsenais tecnológicos que vêm rapidamente transmutando modelos pedagógicos seculares, vestir a beca de professor se tornou tão desafiador para os que resistem às inevitáveis mudanças quanto empolgante para os defensores da urgência de levar a educação ao encontro das demandas do Século XXI.

O próprio significado da palavra professor já não faz completo sentido, cabendo melhor, acredito, a designação educador, com origem no latim educator – quem alimenta, orienta, prepara, e que também carrega na sua formação o verbo ducare, cujo significado é ‘conduzir para fora’.

Na medida em que surgem novas arquiteturas na construção de salas de aula, demolindo paredes e abrindo janelas para um mundo conectado, mestres e pupilos passam a estabelecer uma nova relação baseada não na transmissão unilateral do saber, mas no compartilhamento de informações e na construção coletiva do conhecimento.

Neste novo cenário, a formação dos docentes clama por um novo olhar em que não adianta apenas ser didático e saber ensinar o currículo específico. Apoiar o desenvolvimento dos estudantes da geração de nativos digitais implica, entre muitos desafios, em conhecer e orientar a como utilizar uma infinidade de recursos digitais que farão parte do futuro cotidiano profissional.

Em geral, a maior reivindicação de pais e dos próprios alunos é para que se façam mais investimentos na modernização das instalações, disponibilizando Internet em alta velocidade, computadores, tablets, softwares e tudo que acreditam ser essencial para uma escola estar devidamente equipada para formar as novas e futuras gerações.

É claro que este é o primeiro passo para começar a transformação. Porém, provavelmente irá se decepcionar quem acreditar que simplesmente instalar nas dependências escolares o que há de mais atual em tecnologia será suficiente para promover uma revolução no ensino.

Mesmo em países onde as tecnologias digitais já estão incorporadas no cotidiano escolar, fica claro que também é fundamental preparar os professores para atuar nesta nova realidade. Nos Estados Unidos, o último National Education Technology Plan revelou que os programas de desenvolvimento de professores ainda estão falhando em treiná-los para usar as ferramentas tecnológicas de forma efetiva.

Apesar de enfatizar a importância de reduzir as ‘diferenças digitais’ entre alunos que têm acesso as novas tecnologias daqueles que não têm, disponibilizando acesso a Internet e equipamentos, o relatório reforça que a prioridade é preparar os docentes para que saibam utilizar os novos recursos como ferramentas pedagógicas eficazes para melhorar o aprendizado.

Mesmo estando ainda muitos passos atrás de países mais desenvolvidos, principalmente pela falta de infraestrutura, nossos professores são favoráveis ao uso das tecnologias digitais na educação. Uma pesquisa recentemente divulgada pela Fundação Lemann indicou que 92% dos docentes brasileiros veem com bons olhos o emprego de materiais didáticos digitais de qualidade e consideram positivo receber formação profissional para aplicá-los em estratégias de ensino e aprendizagem.

A pesquisa TIC Educação 2014, realizada pelo CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), também mostrou que somente 37% dos professores de escolas públicas do País, formados no Ensino Superior, tiveram disciplinas ou receberam alguma capacitação de como fazer uso pedagógico das tecnologias, sendo que 67% deles aprenderam a utilizar por conta própria e 57% se matriculando em algum curso.

Um dado positivo da mesma pesquisa é que 96% dos professores já usam tecnologia e recursos obtidos na Internet para preparar suas aulas e atividades, porém apenas 28% deles compartilham estes conteúdos.

O maior desafio não é simplesmente incluir as tecnologias digitais na educação, mas manter-se atualizado com o surgimento todos os dias de novas ferramentas, aplicativos, hardwares e softwares que irão colocar – e já estão colocando – uma pá de cal definitiva no modelo giz, lousa, livros, carteiras enfileiradas e, principalmente, em professores despejando roboticamente conteúdos pré-moldados que os alunos jamais irão empregar e nem mesmo se lembrar na vida profissional.

Não há como negar que nossas escolas precisam muito mais que computadores e banda larga, assim como não há como ignorar o impacto que que elas continuarão trazendo ao processo educacional. Deixar de investir na formação de docentes para que estejam aptos a lecionar utilizando novos recursos pedagógicos certamente não é a decisão mais inteligente. Professor também precisa ser plugado ou será reprovado na Educação 3.0!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

... e vamos adiante...

fonte imagem: http://goo.gl/eSbkyk
Qual a minha profissão??? Não sei!!! Me fiz aprendiz constante. A cada fase ou desafio que a vida me empunha, eu me modificava, aprendia e me reinventava. Assim me fiz artesão, designer e professor, sem uma regra estabelecida, priorizando sempre sobreviver.

A habilidade manual que me levou ao artesanato me foi revelada ainda na infância. Um fascínio pueril de ver constituído com materiais artísticos algumas coisas que povoavam minha mente. Logo, as pessoas em volta começaram a gostar e solicitar trabalhos. Sustentei meus luxos de adolescente trabalhando, atendendo encomendas de festas, fazendo cartões convites artesanais e pintando tecido.

O designer surgiu em minha vida junto com a necessidade de ter uma formação superior. Eu sonhava em ser arquiteto, mas, o salário que eu recebia como professor não dava para cobrir as despesas do curso e garantir meu sustento. Eu tinha acabado de “sair de casa”, estava morando com minha prima (que também era minha chefe). Não era meu sonho ser um designer, na verdade nem sabia o que era isso, mas, encontrei um caminho de aplicar muito do meu conhecimento de artesão no aprendizado como designer. Alcancei bons resultados no desenvolvimento dos projetos acadêmicos explorando o trabalho manual.

Falar em público sempre foi uma barreira pra mim. Tive que aprender a controlar esse medo-vergonha na prática, assumindo aulas de informática. Era um grupo que trabalhava numa escola particular, além das aulas, eu tinha a responsabilidade da produção gráfica do material e alguns produtos de divulgação. Assim surgiu o professor.

A verdade é que um não anula o outro, mas sim, um complemente e agrega diferencial ao outro. Ensinei os métodos do professor ao artesão, e estou colhendo os frutos de oficinas de arte-educação que já me levaram a diversas instituições de ensino superior. O designer, montou identidade visual, blog e ajuda a traçar estratégias de promoção e venda dos produtos do artesão.

O professor explora os caminhos da criatividade do artesão e do designer, transformando algumas de suas aulas em acontecimentos que envolvem os alunos de forma satisfatória. Por conta disso, o professor atualmente leciona numa instituição de ensino superior no interior do estado. Ele sabe que não deve se acomodar, e está se preparando para outros voos.

Assim estou me constituindo, aprendendo e me reinventando a cada dia... seguindo, apenas seguindo um fluxo, por vezes, difícil de entender, as vezes dolorido, mas sempre transformador. Não posso me permitir o luxo do cansaço, mas a carenagem já exibi sinais de desgaste. Vamos adiante!...

quarta-feira, 2 de março de 2016

As TICs na educação – Uma discussão entre alunos do curso de Pedagogia das FISE

fonte da imagem: http://image.slidesharecdn.com/primeiraparte-110809195714-phpapp01/95/tics-na-educao-1-728.jpg?cb=1337650101

As novas formas de conduta social, advindas da evolução dos meios tecnológicos de informação e comunicação (TICs) trazem à tona novos paradigmas para o processo de ensino-aprendizagem. Como essas mudanças podem favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias para o indivíduo da sociedade moderna? É possível valorizar a autonomia do educando sem deixar de contemplar ambientes colaborativos de aprendizagem?


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