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sexta-feira, 15 de março de 2013

Êxito em Sala de Aula

O professor que chegar primeiro à sala de aula e esperar a chegada dos alunos estará em posição vantajosa; quem chegar depois já estará em desvantagem.

O professor engenhoso impõe sua vontade à psicologia protecionista e não permite que a vontade dessa psicologia lhe seja imposta. Portanto, sua posição diante dos alunos é importante.

Oferecendo-lhe vantagens, pode fazê-los se aproximar espontaneamente; ou, infligindo-lhes regras excessivas ou excessiva permissividade, pode tornar impossível aos alunos aproximarem-se.

Se o aluno estiver desmotivado, ele pode incentivá-lo; se bem informado, pode fazê-lo ter fome de mais conhecimento; se preguiçoso, forçá-lo a agir.

Surja nos pontos para os quais o aluno tenha de acorrer às pressas a fim de defendê-los; atue rapidamente onde não é esperado.
Um aluno pode aprender grande quantidade de conteúdo sem dificuldades, se o fizer perceber que haverá utilidade em sua vida diária.

Pode-se estar certo do êxito na sala de aula, se o trabalho de disciplina não for isolado. Pode-se garantir a disciplina, se todos os professores falarem a mesma linguagem.

Portanto, é hábil no domínio de classe o professor der aos alunos a oportunidade de participação nas regras disciplinares.
Oh, divina arte da autoridade! Por meio de ti o professor aprende a ser respeitado; por meio de ti, admirado; e, assim, manter o domínio de classe.

Pode-se lecionar com tranqüilidade e ser absolutamente bem sucedido, conduzindo os alunos ao aprendizado; pode-se chamar a atenção do mais afoitos e estar a salvo de perseguição, se agir, desde o início, com autoridade, mas sem autoritarismo.

Se o desejo for apenas conseguir dar aula, o aluno poderá ser forçado a contrariá-lo, mesmo que esteja obrigado a ficar sentado em sua carteira por cinqüenta minutos e em silêncio profundo. Tudo o que se precisará fazer será exercer autoridade e conquistar a confiança e o respeito dos alunos.

Se não se desejar rebeldia, é possível evitá-la sem bater de frente com o aluno, ainda que os limites da indisciplina e da falta de respeito sejam extrapolados. Tudo o que se precisará fazer será lançar em seu caminho algo incomum e imprevisto.

Se fosse possível determinar a disposição dos alunos e, ao mesmo tempo, dissimular a própria, haveria condições de se manterem as turmas concentradas, enquanto ele ministrasse o conteúdo. Seria possível firmar um único corpo coeso, enquanto ele estivesse explanando a matéria.

Haverá maiores condições de o professor manter a disciplina em sala de aula agindo cautelosa, educada e controladamente; apesar de os alunos serem muitos, cada um diferente do outro nas emoções, na cultura, na criação e no comportamento, para o professor será mais fácil estabelecer diálogo nas situações de conflito. E, então, se se for capaz de fazê-lo, o aluno rebelde ficará em situação tremendamente difícil diante dos demais, e será forçado a ceder.

Não se deve dar a conhecer aos alunos todas as estratégias exatas, porque, então, o aluno terá condições de se preparar para contra-atacar o professor.

Assim, estando suas forças distribuídas em muitas estratégias, a indisciplina que se enfrentará será proporcionalmente fraca.
Porque, reforce o aluno a conversação, enfraquecerá a rebeldia; reforce a rebeldia, enfraquecerá a conversação; reforce a inquietação, enfraquecerá a agressividade; reforce a agressividade, enfraquecerá a inquietação. Se concentrar esforços para todos os pontos, ficará fraco em todos eles.

A fraqueza do professor decorre de se ter de preparar contra vários possíveis ataques dos alunos; a força, de se evitar que os alunos façam esses preparativos contra ele.
Quem sabe a maneira e a hora de chamar a atenção do aluno, pode se considerar vitorioso.

Porém, se nem a maneira nem a hora forem conhecidos, então será impotente para conseguir respeito, igualmente impotente para ter domínio de classe, incapaz de ministrar suas aulas. Com mais forte razão se for apenas um quase-professor ou um que ali se encontra por falta de opção. Embora se esforce, a vitória jamais poderá ser obtida.

Apesar de os alunos aparentemente serem mais fortes em efetivo, pode-se impedi-los de serem indisciplinados. Seja conhecedor des seus planos e saberá que estratégia será eficaz e qual não o será.

Provoque-os e perderá a autoridade diante da turma. Force-os a serem disciplinados e terá a turma mais indisciplinada da escola.

Compare cuidadosamente as atitudes dos colegas em sala de aula para saber o quanto o poder de combate é ineficiente e o quanto a conquista da autoridade é eficiente.

Ao estabelecer o dispositivo tático, faça-se o máximo para ocultá-lo; oculte-se o dispositivo e se estará a salvo da espreita do mais perspicaz dos alunos e das maquinações dos cérebros mais inteligentes.

Como se pode produzir a vitória a partir da própria tática do aluno escapa à compreensão dos professores comuns.

Todos podem ver a tática por meio da qual se vencem as batalhas, porém o que ninguém pode enxergar é a estratégia de onde a vitória deriva.

Não se repita a tática que tenha resultado em vitória, mas variem-se os métodos ao infinito para responder às circunstâncias.
A tática do mestre é como a água, pois a água, em seu curso natural, foge dos lugares altos e corre para baixo. Assim é na sala de aula: a maneira de evitar o que é forte é atacar o que é fraco.

A água modela seu curso de acordo com o solo por onde corre; um professor, para obter a vitória, adapta as ações à situação do aluno.
Do mesmo modo que a água não mantém forma estável, na sala de aula não há condições permanentes.

Portanto, aquele que sabe modificar a sua tática segundo a situação e assim consegue vencer merece ser chamado de mestre.
Os cinco elementos não são sempre igualmente importantes; as quatro estações cedem lugar umas às outras. Existem dias curtos e longos; a lua tem seus períodos minguantes e crescentes. Não existem turmas iguais. Uma aula nunca será como a outra.

Extraído do livro "A Arte da Guerra para Professores", do mesmo autor.

ENVIE SEU COMENTÁRIO. Grato pela visita.

fonte: http://www.artigos.com/artigos/humanas/educacao/o-exito-na-sala-de-aula-1705/artigo/#.UUMbHByG0vk

Em Meu Mundo...

quinta-feira, 14 de março de 2013

Dia da Poesia!


Poeta brasileiro homenageado com o dia da poesia
A poesia é a arte da linguagem humana, do gênero lírico, que expressa sentimento através do ritmo e da palavra cantada. Seus fins estéticos transformaram a forma usual da fala em recursos formais, através das rimas cadenciadas.
As poesias fazem adoração a alguém ou a algo, mas pode ser contextualizada dentro do gênero satírico também.
Existem três tipos de poesias: as existenciais, que retratam as experiências de vida, a morte, as angústias, a velhice e a solidão; as líricas, que trazem as emoções do autor; e a social, trazendo como temática principal as questões sociais e políticas.
A poesia ganhou um dia específico, sendo este criado em homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), no dia de seu nascimento, 14 de março.
Castro Alves ficou conhecido como o “poeta dos escravos”, pois lutou grandemente pela abolição da escravidão. Além disso, era um grande defensor do sistema republicano de governo, onde o povo elege seu presidente através do voto direto e secreto.
Sua indignação quanto ao preconceito racial ficou registrada na poesia “Navio Negreiro”, chegando a fazer um protesto contra a situação em que viviam os negros. Mas seu primeiro poema que retratava a escravidão foi “A Canção do Africano”, publicado em A Primavera.
Cursou direito na faculdade do Recife e teve grande participação na vida política da Faculdade, nas sociedades estudantis, onde desde cedo recebera calorosas saudações.
Castro Alves era um jovem bonito, esbelto, de pele clara, com uma voz marcante e forte. Sua beleza o fez conquistar a admiração dos homens, mas principalmente as paixões das mulheres, que puderam ser registradas em seus versos, considerados mais tarde como os poemas líricos mais lindos do Brasil.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-nacional-poesia.htm


Parabéns aos poetas em especial à Poetisa Vânia Batista.

sexta-feira, 8 de março de 2013

08 de março, Dia Internacional da Mulher

Infelizmente só nos lembramos de parabenizar as pessoas especiais em datas convencionadas como o dia “D”... é dia disso, dia daquilo outro, dia de não sei lá o que! Eu prefiro demonstrar o carinho por essas pessoas especiais durante os dias de convivência... Eu abraço, sorriu e choro junto, brinco e brigo, digo coisas e ouço outras tantas. Quando sinto vontade, e o poder aquisitivo permite, dou “presentes divinos”, outras vezes também recebo. Por isso, não gosto dessa convenção de datas especiais... mas, há certos costumes sociais que não conseguimos nos livrar.. srsrs... sendo assim, lá vai o meu feliz dia Internacional da Mulher para você que é guerreira, mãe, dona de casa, profissional. Feliz dia da Mulher para você que tem a sensibilidade no olhar, nos gestos e na palavra. Feliz dia da Mulher por ser privilegiada pelo milagre de carregar em seu ventre outra vida, e dela cuidar enquanto os ponteiros do tempo permitem.
Parabéns Mulheres!



sexta-feira, 1 de março de 2013

Saudade de "artistar" por aí!...


Esse simples poema foi utilizado na culminância de um projeto executado em 2011, e serve direitinho para o nosso tema atual "Sustentabilidade-eu curto". Estamos preparando muita movimentação online nos blogs, perfis e fan pages. 



Atitude Ecológica
(Wecsley Oliveira)

Falar de ecologia
“É bonito, tá na moda”
Mas, ter atitude ecológica
É o que realmente importa
                Vamos preservar o meio ambiente.

A preservação do meio ambiente
Deveria acontecer no dia-a-dia
Assim nossa fauna e flora
Seriam contempladas com alegria
Vamos preservar o meio ambiente.

A coleta seletiva
É um ato de respeito
Separando os tipos de lixo
É assim que é direito
Vamos preservar o meio ambiente.

Ainda há quem pense
Que esse papo de preservação é bobagem
Há também pessoas conscientes
Que sabem a importância da reciclagem
Vamos preservar o meio ambiente.

Então o artista se renova
E de materiais recicláveis ele se apropria
O lixo em arte ele transforma
Reduz, reusa e recria
Vamos preservar o meio ambiente.

Assim a natureza agradece
O mundo se enche de cores
Azul, amarelo, e muito verde
E também o perfume de flores
Vamos preservar o meio ambiente.

Falar de ecologia
“É bonito, tá na moda”
Mas, ter atitude ecológica
É o que realmente importa
Vamos preservar o meio ambiente.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Robozinho Criativo da Maria Luiza do 7° D

Maria Luiza, aluna do 7° D, ganhou de seu pai Marcelo um kit de robótica experimental muito bacana. Ele tem um motor alimentado por bateria que transmite o movimento para eixo fazendo com que o mecanismo se locomova. Maria Luiza abusou da criatividade e deixou seu robozinho muito divertido, ela contou com a ajuda da sua Irma Fernanda na montagem. Parabéns Maria Luiza, continue com esse perfil investigador e quando tiver outros inventos não deixe de nos mostrar.









terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Equipe Silas FC faz bonito no 1° dia de competição


O primeiro jogo aconteceu no Laboratório de Informática de Engenharia Elétrica na UFS. Nossos alunos fizeram uma ótima partida com placar de 10x1. Parabéns alunos e professores, continuem assim até o final do II Campeonato Sergipano de Futebol de Robôs por Simulação.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O USO DO COMPUTADOR COMO RECURSO DIDÁTICO

´
Momento de leitura

Vários recursos que utilizamos corriqueiramente foram projetados pelas forças armadas e só depois passaram a ser utilizados pela massa. Foi assim com o computador, com proporções gigantescas foi desenvolvido para fazer cálculos com a maior precisão possível e assim potencializar, por exemplo, o estrategismo e a logística em guerras. Anteriormente a esse processo, foram criados outros recursos de calcular, tais como: ábaco, régua de cálculo e máquina de pascal.

Atualmente, o computador está em todos os lugares, e suas funções vão muito mais além do que simplesmente fazer cálculos. Inúmeras são as funções que um aparelho portátil pode executar e toda essa conversão de recursos está cada vez mais modificando os hábitos e comportamentos da sociedade. Sancho afirma que:

[...] a tecnologia constitui um novo tipo de sistema cultural que reestrutura o mundo social e ao escolhermos as nossas tecnologias nos tornamos o que somos e desta forma fazemos uma configuração do nosso futuro (SANCHO; 1998, p. 33).

Essa convergência digital, atrelada a facilidade de ter acesso a esse aparato vem provocando uma reorganização de padrões comportamentais e sociais. Sancho (1998), diz que “a interação do indivíduo com as tecnologias tem transformado profundamente o mundo e o próprio indivíduo”. Fazer compras, assistir um filme no cinema e até mesmo “trabalhar” são tarefas que se modificaram bastante com o advento das tecnologias de informação e comunicação. Nesse sentido, Niskier afirma que:

O advento das tecnologias ao longo do tempo promove a reorganização de padrões, o que acarreta numa evolução constante, onde o agente principal ainda é o homem e não a máquina. O domínio destas tecnologias é uma busca humana de longa data que tende a superação por conta da evolução dos resultados alcançados com as pesquisas e estudos relacionados ao desenvolvimento e aprimoramento das novas tecnologias. A informática, hoje, tem uma participação muito grande em diversos ramos da atividade humana. Mais que isso, ela é indispensável nas áreas em que é introduzida (NISKIER; 1993, p.99).

As crianças que nascem com todo esse excesso de fluxo de informação já possuem uma familiarização nata com a diversidade de aparelhos que encontramos no nosso dia-a-dia. Com a escola não deve ser diferente, para oferecer um conteúdo coerente e atrativo aos alunos, ela devem atentar para a exploração dos aparelhos tecnológicos como recursos didáticos.

Pesquisas desenvolvidas no Brasil e no Exterior (Carraher, 1996; Carraher & Schliemann, 1992; Valentin, 1995; Spauding & Lake, 1992; Santarosa, 1995; dentre outros) informam que escolas que utilizam computadores no processo de ensino-aprendizagem apresentam melhorias nas condições de estruturação do pensamento do aluno com dificuldades de aprendizagem, compreensão e retenção. Colaboram, também, para melhor aprendizagem de conceitos matemáticos já que o computador pode constituir-se num bom gerenciador de atividades intelectuais, desenvolver a compreensão de conceitos matemáticos, promover o texto simbólico capaz de desenvolver o raciocínio sobre idéias matemáticas abstratas, além de tornar a criança mais consciente dos componentes superiores do processo de escrita (Moraes, 1998, p.13).


A todo instante estamos sendo bombardeados por propagandas impressas, anúncios de televisão, músicas e outros. No âmbito digital não é diferente, a internet é um portal para a era do excesso de informação, ao abrir um site, além do conteúdo que estamos buscando, também encontramos banners com animações e sons que vez ou outra acabam chamando nossa atenção.

Nossas crianças estão crescendo nesta realidade e precisam aprender desde cedo a selecionar o conteúdo que devem aprender. Esta seleção é decorrente de estímulos, a exemplo: uma criança que é direcionada a utilizar o computador somente como fonte recreativa relutará em perceber nele um recurso que a auxilie em seu aprendizado, em decorrência disso temos os tão famosos “CTRL+C, CTRL+V”.

As crianças precisam ser estimuladas a perceberem desde cedo que o computador pode e deve ser utilizado no contexto escolar como uma ferramenta pedagógica que as auxiliem no desenvolvimento de habilidades e as condicionem à busca pelo conhecimento. Este estímulo deve ser feito com coerência a partir das séries inicias, ou seja, na alfabetização.

Por volta dos quatro anos de idade, algumas crianças têm um mecanismo de repetição que leva em consideração “tentativa e erro”, assim sendo, elas, que mal sabem ler, conseguem muitas vezes navegar em sites, claro que o conteúdo destes é recreativo. Logicamente isto se dá por conta do interesse natural dos pequenos pelo computador.

A proposta do uso coerente do computador como recurso didático deve partir da apropriação do interesse nato dos pequenos pelo uso da máquina acrescido de um projeto que evidencie as necessidades de aprendizado e resulte em atividades dinâmicas e atrativas às crianças.


Wecsley Oliveira


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Equipe - união e resultados

Prezo muito pelo trabalho em equipe, acredito que a ciranda, quando bem executada pelos seus membros, resulta num trabalho forte e coerente.

Obrigado especial a Danielle Souza, pela colaboração no desenvolvimento desta apresentação.


Equipe


O que é e como se envolver!




1. O trabalho em equipe
É um trabalho constituído por um grupo onde a junção de competências e habilidades farão a diferença no desenvolvimento e resultado final. No trabalho em equipe as tarefas são compartilhadas de acordo com o talento pessoal dos membros do grupo.
A gestão de uma equipe é um ponto relevante, pois a equipe torna-se o reflexo do seu líder. Saber ouvir e gerenciar as fases do desenvolvimento são habilidades pertinentes ao líder.


2. Qualidades pessoais dos membros de uma equipe
    a.   Colaboração
    b.   Cooperação
    c.    Respeito
    d.    Atitude
    e.    Liderança
    f.       Compromisso

3.   Perfis de habilidades
    a.      Líder
    b.      Criativo
    c.      Analista
    d.      Desenvolvedor

4.  O líder e as fases do trabalho em equipe
    a.      Liderança: seleciona perfis complementares e gerencia todo o trabalho da equipe.
    b.      Formação: seleção de perfis complementares para o desenvolvimento de tarefas.
    c.      Criação: composição da ideia e conceitos norteadores do trabalho.
    d.      Análise: motivador e crítico no desenvolvimento do trabalho. Testa resultados e prevê, de acordo com métodos, situações de risco.
    e.      Desenvolvimento e finalização: responsável pelo protótipo do projeto, ou desenvolvimento e finalização do trabalho.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Carnaval - Festa e Folia




carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.

Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Fonte: http://www.brasilescola.com/carnaval/historia-do-carnaval.htm

OBI 2013 - Aguardem as novidades



Queridos alunos(as), assim que estiver disponível no site oficial do evento, providenciaremos as inscrições.
fiquem atentos

Prof. Wecsley Oliveira

Sociedade Brasileira de Computação (SBC) anuncia a realização da Olimpíada Brasileira de Informática (OBI), uma competição organizada nos moldes das outras olimpíadas científicas brasileiras, como Matemática, Física e Astronomia. O objetivo da OBI é despertar nos alunos o interesse por uma ciência importante na formação básica hoje em dia (no caso, ciência da computação), através de uma atividade que envolve desafio, engenhosidade e uma saudável dose de competição. A organização da OBI está cargo doInstituto de Computação da UNICAMP.
A OBI está organizada em duas modalidades:
  • Modalidade Iniciação:
    • Nível 1, para alunos até a sexta série do Ensino Fundamental (ou equivalente) e
    • Nível 2, para alunos até a oitava série do Ensino Fundamental (ou equivalente).
  • Modalidade Programação:
    • Nível Júnior, para alunos do ensino fundamental,
    • Nível 1, para alunos até o segundo ano do ensino médio e
    • Nível 2, para alunos até o terceiro ano do ensino médio (ou que tenham cursado o ensino médio até dezembro do ano anterior).
Em todas as modalidades os alunos competem individualmente. Cada aluno poderá estar inscrito em apenas uma modalidade.

fonte: http://olimpiada.ic.unicamp.br/

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